"Como é possível eu ter passado um jogo inteiro a ser insultado e agredido com isqueiros? Mais ainda: como é possível ter visto um cartão amarelo quando eu é que fui vítima de agressão por um adversário que me pôs o dedo num olho? Ter visto outro adversário a atirar a bola contra mim noutro lançamento lateral? E, para cúmulo, ter de passar por um túnel recolhido (quando me dirigia aos balneários após ser substituído) e ser sujeito a novos insultos, cuspidelas e agredido com o arremesso de isqueiros, numa clara falha grave de segurança que viola os regulamentos, porque o túnel, nestes casos, tem de ser aberto para protecção dos atletas?"
"Perante tudo isto só eu é que sou castigado com um jogo de suspensão? E nada acontece a quem tem estes comportamentos antidesportivos e grosseiros?", questiona o futebolista, apontando ainda o dedo a um "certo senhor que tão mal anda a fazer ao nosso futebol que tem o descaramento de dizer" que Coentrão não é "exemplo para ninguém".
"Querem melhor exemplo do que ter vindo do nada, ter subido a pulso e ter conquistado tudo o que já consegui conquistar? Sou humano e também tenho direito à indignação, com a certeza de que estarei aqui até ao final a lutar com todas as minhas forças". Fábio Coentrão em Record.
Caro Fábio, pergunta antes ao teu presidente e ao seu braço Saraiva porque preferem andar mais preocupados em atacar o clube que te lançou para a ribalta e que te deu tudo e os seus próprios consócios que defender-te ou denunciar o que se passou em uníssono e com a devida publicidade.
O teu presidente preferiu dizer que "estava sozinho" ao som de violinos. Também eras deixado assim à deriva no Sport Lisboa e Benfica? Não que os adeptos não deixavam.
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