"O presidente do Conselho de Disciplina da FPF esclarece, em entrevista na SIC Notícias, as razões que levaram aos castigos aplicados pelo organismo a Benfica, SC Braga e Paços de Ferreira, que na última segunda-feira foram punidos com um jogo à porta fechada por mau comportamento dos adeptos.
«O CD limita-se a aplicar as normas e a fazer a interpretação da lei da violência e do regulamento disciplinar da Liga, que prevê diversos tipos de infração por parte dos adeptos. Uns mais graves, outros menos graves... Estes casos prendem-se com a interrupção do jogo e quando isso acontece há uma sanção de um determinado tipo, que, chegando à terceira ocorrência, levam ao jogo à porta fechada», esclareceu o dirigente, justificando depois o porquê de o Sporting ou FC Porto não terem sido alvo de castigos do mesmo tipo nos últimos anos.
Em causa, a bancada do Estádio da Luz incendiada pelos adeptos do Sporting [2013/14], a 'chuva' de tochas sobre Rui Patrício no dérbi no final da época passada por parte das claques leoninas e a invasão, por parte de um adepto do FC Porto, do relvado para agredir Pizzi, no clássico entre dragões e águias disputado em dezembro de 2017, no Estádio do Dragão.
«A norma que está aqui em causa só dá jogo à porta fechada à terceira situação. É preciso haver duas infrações anteriores do mesmo tipo que conduzam a esta punição. Antes só há uma multa! As equipas em causa já tinham preenchido a primeira e segunda infrações? Se calhar não... A lógica disto? Tem de perguntar aos clubes e às SAD's, não me pergunte a mim, eu apenas tenho de aplicar as regras. Se alguma coisa não tem lógica tem de ser perguntado a quem aprova porque eu não posso fazer milagres. Nem quero!»" - A Bola.
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