Uma vez ouvi o Cesar Mourão, num dos seus espetáculos, dizer que o português é aquele que vai ver um trapezista ao circo e começa por dizer "oh, com rede também eu" e depois a cada movimento não aprecia a arte do artista, mas sim fica na expectativa que ele falhe e caia. Quando não acontece, lá vem a expressão "Ah quase! O gajo ali quase que se lixava. Teve sorte!".
Agora imaginem estes anormais todos... de microfone na mão, atrás de cameras de televisão, de computadores, etc.
Pois, o resultado disso é o que ouvimos nas conferencias de imprensa de Bruno Lage... um bando de abutres a tentar que alguém que quer fazer um esforço para mudar o futebol português... escorregue e com isso eles possam vangloriar-se por o ter apanhado.
Não vemos ninguém a tentar precisamente o contrário, ou seja, a apreciar e potenciar o que de bom têm as ideias e postura diferente do Bruno Lage... pelo contrário. Vergados aos poderes instituidos, tentamo diariamente demonstrar que o Lage "afinal é só mais um" e que na verdade o "status quo" vence sempre, até porque a mudança de posturas é vista como algo de mau para o negocio.
É isso que explica que as conferências de imprensa de Sergio Conceição continuam sem criticas à sua postura divisionista e as conferências de imprensa do Lage continuam a parecer que o homem fala sozinho.
O treinador do SLBenfica bem tenta mudar os temas das conversas com os jornalistas... mas as conversas acabam sempre no mesmo ponto e sempre à procura de criar confusão.
Os alertas lançados por Lage de que "os jornalistas também têm que ajudar a mudar o futebol" caem em saco roto, porque é muito melhor poder escrever sobre isso, apregoar sobre isso... mas depois não passar daí e continuar a explorar as fraquezas do sistema.
E qual é a missão desta gente? Que o Bruno Lage, como todos os outros de valor do futebol português, se sintam a mais e queiram sair para o estrangeiro, de modo a não ameaçarem a posição de destaque dos poderes instalados... E na última década tem resultado na perfeição.
Dos miudos aos graudos, todos os que têm valor não querem estar em Portugal. Não querem continuar num país que vive à sobra de três clubes, que por sua vez vivem da cagança de três presidentes, que por sua vez exploram os esquemas de influência, como aqueles que comentei serem os novos equilibrios de poder que a Cofina está a montar.
Dito isto, podemos continuar a admirar bastante o Bruno Lage... mas na verdade a imprensa não está minimamente interessada em que hajam mais Brunos Lage... o que a impresa quer é saber quando é o que o Bruno vai finalmente falhar e quando é que poderão explorar a queda do mito de que é possível ser diferente.
E sabem que mais? O Bruno, como o Mourinho, o Cristiano e todos os outros que são melhores que toda essa corja, não querem saber que interesses têm esses esquemas... O Lage como, os melhores, o que acabará por fazer é aproveitar a oportunidade de sair para onde o que queiram é valorizar o negócio e não alimentar-se dele até sugarem todo o seu valor.
Agora imaginem estes anormais todos... de microfone na mão, atrás de cameras de televisão, de computadores, etc.
Pois, o resultado disso é o que ouvimos nas conferencias de imprensa de Bruno Lage... um bando de abutres a tentar que alguém que quer fazer um esforço para mudar o futebol português... escorregue e com isso eles possam vangloriar-se por o ter apanhado.
Não vemos ninguém a tentar precisamente o contrário, ou seja, a apreciar e potenciar o que de bom têm as ideias e postura diferente do Bruno Lage... pelo contrário. Vergados aos poderes instituidos, tentamo diariamente demonstrar que o Lage "afinal é só mais um" e que na verdade o "status quo" vence sempre, até porque a mudança de posturas é vista como algo de mau para o negocio.
É isso que explica que as conferências de imprensa de Sergio Conceição continuam sem criticas à sua postura divisionista e as conferências de imprensa do Lage continuam a parecer que o homem fala sozinho.
O treinador do SLBenfica bem tenta mudar os temas das conversas com os jornalistas... mas as conversas acabam sempre no mesmo ponto e sempre à procura de criar confusão.
Os alertas lançados por Lage de que "os jornalistas também têm que ajudar a mudar o futebol" caem em saco roto, porque é muito melhor poder escrever sobre isso, apregoar sobre isso... mas depois não passar daí e continuar a explorar as fraquezas do sistema.
E qual é a missão desta gente? Que o Bruno Lage, como todos os outros de valor do futebol português, se sintam a mais e queiram sair para o estrangeiro, de modo a não ameaçarem a posição de destaque dos poderes instalados... E na última década tem resultado na perfeição.
Dos miudos aos graudos, todos os que têm valor não querem estar em Portugal. Não querem continuar num país que vive à sobra de três clubes, que por sua vez vivem da cagança de três presidentes, que por sua vez exploram os esquemas de influência, como aqueles que comentei serem os novos equilibrios de poder que a Cofina está a montar.
Dito isto, podemos continuar a admirar bastante o Bruno Lage... mas na verdade a imprensa não está minimamente interessada em que hajam mais Brunos Lage... o que a impresa quer é saber quando é o que o Bruno vai finalmente falhar e quando é que poderão explorar a queda do mito de que é possível ser diferente.
E sabem que mais? O Bruno, como o Mourinho, o Cristiano e todos os outros que são melhores que toda essa corja, não querem saber que interesses têm esses esquemas... O Lage como, os melhores, o que acabará por fazer é aproveitar a oportunidade de sair para onde o que queiram é valorizar o negócio e não alimentar-se dele até sugarem todo o seu valor.
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