"Gilberto Madail disse esta manhã à TSF que o caso dos emails configura um cenário "muito mais grave" do que o Apito Dourado. O antigo presidente da Federação Portuguesa de Futebol acha o caso estranho e quer ver publicados todos os documentos em questão." - TSF.
Desde os tempos da Guiné que o jovem Madaíl sempre apreciou a boa vida, no sentido mais amplo.
Quando lhe saiu a sorte grande de ser eleito para a Federação Portuguesa de Futebol então foi o conto de fadas.
Alguns no lugar de Gilberto Madaíl teriam aproveitado as vantagens desse cargo para irem passar algumas quinzenas do ano ao Brasil com meia dúzia de convidados para confraternizar com as nativas. E tudo à conta da FPF! Longe de mim de pensar que GB o fez alguma vez.
Gilberto Madaíl sempre foi um vendido, no sentido intelecutal da coisa. Meia dúzia de palavras com ele e lá mudava de ideias.
Vir falar do Apito Dourado como caso menor, com todas as escutas que são conhecidas e todos os pormenores que incluem até uma confissão de um árbitro da primeira categoria, comparando com esta mão cheia de nada é desonesto.
Por mais que queiram especular, neste momento ainda ninguém provou que os mails são verdadeiros(na totalidade ou parcialmente) ou qualquer causa/efeito das supostas pressões ou conluios.
Já o Apito Dourado foi real, com consequências desportivas e só sem consequências ao nível judicial porque as escutas foram posteriormente invalidadas.
Portanto, aconselho Gilberto Madaíl a regressar para o buraco onde tem estado porque corre o risco que ressuscitem velhos "cadáveres" da sua governação, que estavam mal mortos mas enterrados.

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