Luis Filipe Vieira pode ter muitos defeitos - e eu aponto-lhe vários - mas há pelo menos uma qualidade em que supera grande parte dos seus pares: A capacidade de antecipação que coloca na sua gestão. Tem sido sempre assim, tem sido sempre o SLBenfica a arrancar primeiro em fatores que outros copiam e que são agora fatores normais.
Há muito que escrevo neste blog que a mudança de política do SLBenfica é no sentido de assegurar a sustentabilidade futura do SLBenfica, num contexto económico que, nos últimos anos, parecia que só o futebol passava ao lado, com os investimentos sempre a baixar em todo o contexto empresarial mundial... e no SLBenfica (e seus pares) os investimentos aumentavam de ano para ano.
Da minha parte entre o plano "ser campeão para poder convencer os sócios a aceitar vender a maioria da SAD a um investidor com a promessa de mais titulos" e o plano "poder não ser campeão, mas assegurar a sustentabilidade económica futura e a competitividade desportiva num prazo máximo de dois anos"... perdoem-me os mais imediatistas, mas eu prefiro a segunda opção e deixo, com alguma alegria, a primeira opção para os meus amigos sportinguistas.
Há muitos anos que todos dizem que a sustentabilidade do futebol português está em ser uma "fábrica de talentos" para o futebol europeu... mas na verdade todos os anos querem deixar isso na gaveta a troco de maior endividamento e alguns títulos.
Curiosamente, e a única excepção que ouvi neste discurso foi no outro dia o Pedro Barbosa no Maisfutebol, até os comentadores e "paineleiros" criticam esta aposta do SLBenfica, quando até há pouco tempo... criticavam que tal não fosse feito.
Luis Filipe Vieira nunca desacreditou da capacidade e competência do anterior treinador, simplesmente percebeu que ou o clube vencia a sua resistência a fazer esta "jornada de transformação" ou o treinador teria que dar o lugar a quem quisesse fazer essa transformação, eventualmente sob risco de não vencer no imediato. Aconteceu a segunda hipótese.
Esta temporada, de transição, ainda chegaram alguns "camiões" de jogadores a Portugal, mas acredito - ou quero acreditar - que tal vai mudar e o acesso à Luz vai ficar restrito a jogadores jovens de grande potencial como Cervi e Zivkovic (e outros que se seguirão), eliminando as apostas nos Taraabts e outros que tais, já com a afirmação efetiva de alguns jogadores que nunca tinha sido chamados ao plantel principal.
Por oposição, vê-se no rival que "levou o treinador" que a política seguida até agora na Luz... parece ter-se mudado para o outro lado da 2a circular, com vários jogadores a chegar em todas as fases da época, com os custos a aumentarem todos os anos, a espera que se façam uma ou duas transferências que paguem isto...
... Na sombra, dizem as más línguas, há quem se vá "orientando" com essas transferências, recebendo boas comissões nos jovens que saem, vendidos por baixo, pela "chapa 15" e também recebendo à chegada dos jogadores já rodados que querem uma nova oportunidade com um treinador ambicioso. Curiosamente, é essa tal "chapa 15" que está definida para a saída de Carrillo se ele aceitar renovar.
A poucos benfiquistas interessa a "magia económica" de num dia se fazerem "Operações Pavilhão" e noutro dia se pagam aumentos de salários, grandes prémios e várias contratações. Ser sustentável? Isso para uns é ser campeão... para mim é bem mais que isso.
Há muitos anos que todos dizem que a sustentabilidade do futebol português está em ser uma "fábrica de talentos" para o futebol europeu... mas na verdade todos os anos querem deixar isso na gaveta a troco de maior endividamento e alguns títulos.
Curiosamente, e a única excepção que ouvi neste discurso foi no outro dia o Pedro Barbosa no Maisfutebol, até os comentadores e "paineleiros" criticam esta aposta do SLBenfica, quando até há pouco tempo... criticavam que tal não fosse feito.
Luis Filipe Vieira nunca desacreditou da capacidade e competência do anterior treinador, simplesmente percebeu que ou o clube vencia a sua resistência a fazer esta "jornada de transformação" ou o treinador teria que dar o lugar a quem quisesse fazer essa transformação, eventualmente sob risco de não vencer no imediato. Aconteceu a segunda hipótese.
Esta temporada, de transição, ainda chegaram alguns "camiões" de jogadores a Portugal, mas acredito - ou quero acreditar - que tal vai mudar e o acesso à Luz vai ficar restrito a jogadores jovens de grande potencial como Cervi e Zivkovic (e outros que se seguirão), eliminando as apostas nos Taraabts e outros que tais, já com a afirmação efetiva de alguns jogadores que nunca tinha sido chamados ao plantel principal.
Por oposição, vê-se no rival que "levou o treinador" que a política seguida até agora na Luz... parece ter-se mudado para o outro lado da 2a circular, com vários jogadores a chegar em todas as fases da época, com os custos a aumentarem todos os anos, a espera que se façam uma ou duas transferências que paguem isto...
... Na sombra, dizem as más línguas, há quem se vá "orientando" com essas transferências, recebendo boas comissões nos jovens que saem, vendidos por baixo, pela "chapa 15" e também recebendo à chegada dos jogadores já rodados que querem uma nova oportunidade com um treinador ambicioso. Curiosamente, é essa tal "chapa 15" que está definida para a saída de Carrillo se ele aceitar renovar.
A poucos benfiquistas interessa a "magia económica" de num dia se fazerem "Operações Pavilhão" e noutro dia se pagam aumentos de salários, grandes prémios e várias contratações. Ser sustentável? Isso para uns é ser campeão... para mim é bem mais que isso.
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