FC Famalicão: um investimento sem fim

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FC Famalicão: um investimento sem fim


Cafu Phete (V. Guimarães), Fábio Martins (Sp. Braga, empréstimo), Rúben Lameiras (Plymouth Argyle), Guga (Benfica), Diogo Gonçalves (Benfica, empréstimo), Lionn (Desp. Chaves), Lawrence Ofori (Leixões), Alex Centelles (Valencia, empréstimo), Luka Oliveira (Sp. Espinho), João Caiado e Pedro Gonçalves (Wolves), Gustavo Assunção (Atlético de Madrid), Vítor Caetano (Figueirense), Nehuén Pérez (Atlético Madrid), Josh Tymon (Stoke, empréstimo), Nicolás Schiappacasse (Atlético Madrid, empréstimo), Toni Martínez (Lugo).

Nada mais que 17 novos jogadores, muitos deles vindos de campeonatos como o espanhol ou o inglês.

Certamente que para as gentes de Famalicão isto é motivo de alegria. Ver o clube novamente entre os grandes e com tanta mão de obra "nova" deve ser motivo de grande entusiasmo.

Mas o que leva o dono de um império enorme de investimentos milionários, dono de 33% do Atlético de Madrid, a investir tanto num clube que tem um estádio com 5307 lugares e com um público alvo de pouco mais de 30 mil pessoas?

Aliás, que SAD do futebol português que seja controlada por capitais alheios ao clube, é que se pode dizer que é um caso de sucesso? 

Ou que se percebeu o investimento feito e que se viu o devido retorno?

Olhem mais em pormenor para o Quantum Pacific e vejam onde está a ligação. 

Há coincidências do caraças.

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