
O comunicado emitido pela Federação Portuguesa de Futebol, como já comentei ontem, foi fraco, insuficiente e indicador que nada mudará.
Pelo contrário, e indo ao encontro dos meus piores receios, ainda não vimos nada. E sobre isso falaremos nos próximos tempos.
O que o Comunicado não responde é:
- É ou não verdade que a tal claque “Ultras Portugal” foi ideia de Tiago Craveiro, CEO da FPF e braço direito de Fernando Gomes?
- É ou não verdade que a tal claque “Ultras Portugal” desde o Europeu de 2016 recebeu viagens, estadias e bilhetes para estar nos jogos da Selecção, tudo pago pela FPF?
- É ou não verdade que parte desses bilhetes, por exemplo no Europeu, foram revendidos a emigrantes com o “lucro” a reverter sabe se lá para quem?
- É ou não verdade que a FPF vai insistir daqui a uns meses na legalização definitiva da tal claque “Ultras Portugal” liderada exclusivamente por Fernando Madureira?
- É ou não verdade que Tiago Craveiro é a personagem por detrás deste ataque cerrado ao Sport Lisboa e Benfica?
- É ou não verdade que é Tiago Craveiro que está a pressionar Fontelas Gomes e toda a estrutura da FPF no sentido de se tornar definitivamente hostil a Benfica e Sporting e ficar nas mãos do Futebol Clube do Porto E DO SEU FUTURO PRESIDENTE?
- É ou não verdade que o clima hostil ao Sport Lisboa e Benfica começou com Tiago Craveiro dentro da FPF e não com os ataques aos árbitros?
Quando a FPF ou outra pessoa responder a estas questões, todos perceberão o momento que estamos a viver no futebol português.
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