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| José Lourenço Pinto, presidente da AF Porto |
12 minutos de descontos, com 5 deles dados ainda na primeira parte. Eu não me recordo de "tanto cuidado" com a sensibilidade do FC Porto desde tempos mais negros do nosso futebol.
O árbitro Manuel Oliveira demonstrou em campo o que é a pressão a que os árbitros estão sujeitos nesta fase do campeonato. Os descontos concedidos foram algo raro em tantos outros jogos em que a equipa dita pequena aproveitou todas as paragens para fazer "render o peixe".
Desde quando é que as ditas equipas pequenas não usam e abusam do antijogo? Onde esteve o mesmo critério de descontos dos árbitros durante o restante campeonato?
Queixa-se também o FCP de 3 penaltys não assinalados por Manuel Oliveira. Como disse o ex-jogador portista Jorge Amaral: "São penaltys de televisão e não servem de desculpa".
Só que o FC Porto, nas habituais queixinhas quando as coisas não lhes correm bem, parece esquecer o fundamental: se realmente têm queixas de Manuel Oliveira, porque não se queixam ao sócio do FC Porto José Lourenço Pinto, presidente da AF Porto de onde vem o árbitro?
Será que numa próxima reunião do Conselho Superior do FC Porto, não haverá oportunidade de demonstrar essas preocupações com a arbitragem ao sócio Lourenço Pinto?
Ou será que os supostos ataques à arbitragem não servem antes para proteger Fontelas Gomes e Paulo Costa? Vêm aí jogos decisivos.
Esta cortina de fumo pensada pelo escriba Francisco J.Marques é tão ridícula que nem os adeptos do FC Porto acreditam nela. Bastava olhar para os seus semblantes à saída do estádio em que nem um se dignou a parar e a dar uma entrevista ao reporter da SIC que, sendo da zona, preferiu guardar sempre uma distância de segurança dos adeptos. Curioso...

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