Atualmente todos estamos ansiosos de ver os planteis fechados, no caso do SLBenfica, salvo alguma saída inesperada, o que está em causa é a otimização do plantel com vendas de jogadores que possam ter, entretanto, perdido espaço para novos jogadores.
Há algum tempo atrás, ouviamos jogadores dizer que queriam vir para o Benfica para poderem sair depois para clubes grandes da Europa, reconhendo o Clube como um meio e não como um fim. Alguns até sairam para clubes de média dimensão porque lhes foram oferecidos contratos de grande dimensão financeira.
Nos dias que correm, vemos jogadores como Lindelof a não querer sair porque não pretende deixar o Benfica para ser suplente num grande clube mundial, vemos Samaris e Talisca a preferir ficar no Benfica do que aceitar clubes que consideram de menor dimensão como o Zenit ou entrar por baixo em ligas que lhes podem abrir o futuro como o Championship. E temos ainda o Jonas que prefere manter-se no Benfica do que aproveitar para sair para a China para fazer aquele que será, porventura, o último grande contrato da sua vida.
No caso dos excedentários, portanto excluindo Lindelof e Jonas desta conversa, não há quaisquer dúvidas que qualquer destes jogadores tem qualidade e valor.
Samaris já no ano passado mostrou que, sendo um jogador de qualidade e sendo um profissional fabuloso que tem a camisola bem junto à pele, com a chegada de jogadores jovens como Danilo ou mesmo Horta e com um super-Fejsa na equipa, a possibilidade de este jogador ter o tempo de jogo que o seu profissionalismo e qualidade merecem, é curta. É daqueles jogadores que custa ver sair, mas que será porventura o melhor para todos. Se ficar, terá o seu espaço, menor do que deveria ter, mas terá e ficará cá muito bem. Não se trata de querer empurrar o jogador mas sim de rentabilizar um ativo que terá pouco espaço de valorização.
Com Talisca o caso é diferente. O jogador tem qualidade, mas o Benfica para a posição de 10 ou segundo avançado tem jogadores melhores e que completam melhor a função de apoio defensivo que faz parte da estratégia de Rui Vitória. Talisca é um excelente jogador para jogar a 10 à antiga ou segundo avançado e vale golos, por isso vale dinheiro... mas quem tem Jonas, Guedes e Jimenez... não precisa manter Talisca.
O caso de Salvio é totalmente diferente. Em condições normais seria o líder em campo que foi Gaitan, mas apesar da excelente pré-temporada, a sucessão de lesões manda que a prudência económica aproveite o momento para rentabilizar este ativo, sob risco de, como no passado, ficarmos sem jogador e sem dinheiro. Tal como Samaris, ninguém gostaria de ver sair Salvio, mas o risco existe e temos que agir de acordo.
Depois há outros casos como Carcela, que sendo um jogador de qualidade, tem mercado e manter um suplente para o qual podemos ter alternativas "in house" também não faz sentido...
Por fim, há o caso de Jonas! Este é, porventura, um caso de grande paixão por parte dos benfiquistas por um dos melhores jogadores a atuar em Portugal mas que, porém, aos 32 anos tem um elevado potencial de começar a ter quebras de rendimento - é a lei da vida.
Jonas é e será sempre um excelente jogador, Jonas é e será sempre um jogador com espaço na equipa titular do SLBenfica... porém, friamente,. tenho alguma dificuldade em considerar o jogador intransferível aos 32 anos se aparecer uma proposta acima dos 20M€.
É importante entender que o Benfica tem SEMPRE que ter em conta a capacidade de gerar retorno financeiro de todo e qualquer ativo que tenha no clube. Ao contrario dos clubes de topo mundial, não podemos investir para ter e manter... Não podemos manter jogadores até final da carreira e não obter retorno.
A estratégia do Benfica não pode passar por pagar grandes ordenados a jogadores que já foram consagrados e que entre lesões e idade, terão rendimento mas não tanto como um jogador jovem que além do rendimento crescente poderá ainda render financeiramente.
Isto vai obrigar-nos a "desprendermo-nos" emocionalmente de jogadores como Jonas, Luisão ou, na próxima temporada, Fejsa. São jogadores muito importantes, porém que têm atrás deles novo sangue pronto a lutar pelo seu espaço - como vimos com Lindelof.
Por fim, é também importante que possamos compreender a atitude dos empresários que tentam depois "jogar" com os contratos. Atualmente há uma "luta" entre o Benfica que quer pagar mais ao Victor e aumentar a clausula e o seu empresario que prefere que tudo se mantenha assim para que quem quiser dar-lhe a titularidade num clube de topo possa "bater" os 30M a pronto, que sempre é mais fácil que os 45 ou 60M.
Tudo isto faz parte do "novo Benfica", aliás do "futebol-negócio" que temos que todos ter capacidade para compreender antes de desatarmos a disparar contra quem tem que tomar decisões e, de fora, nos parece que são decisões ao contrário dos nossos gostos.
Fiquem sim felizes que o SLBenfica não tenha um presidente que desvaloriza a ambição e desejo dos seus jogadores, que não recusa reconhecer financeiramente a qualidade de quem a tem, para depois estar no mercado a pagar valores mais altos a jogadores de fora e que, dificilmente, irão render o mesmo que jogadores de grande nível que já estão no plantel.
Melhor que ter o plantel já estruturado é, ao contrário do que acontece com outros, não termos todos os nossos melhores jogadores a ambicionar uma saída e como não vai ser possível sairem todos, terão varios um rendimento abaixo do desejado.
Por fim, há o caso de Jonas! Este é, porventura, um caso de grande paixão por parte dos benfiquistas por um dos melhores jogadores a atuar em Portugal mas que, porém, aos 32 anos tem um elevado potencial de começar a ter quebras de rendimento - é a lei da vida.
Jonas é e será sempre um excelente jogador, Jonas é e será sempre um jogador com espaço na equipa titular do SLBenfica... porém, friamente,. tenho alguma dificuldade em considerar o jogador intransferível aos 32 anos se aparecer uma proposta acima dos 20M€.
É importante entender que o Benfica tem SEMPRE que ter em conta a capacidade de gerar retorno financeiro de todo e qualquer ativo que tenha no clube. Ao contrario dos clubes de topo mundial, não podemos investir para ter e manter... Não podemos manter jogadores até final da carreira e não obter retorno.
A estratégia do Benfica não pode passar por pagar grandes ordenados a jogadores que já foram consagrados e que entre lesões e idade, terão rendimento mas não tanto como um jogador jovem que além do rendimento crescente poderá ainda render financeiramente.
Isto vai obrigar-nos a "desprendermo-nos" emocionalmente de jogadores como Jonas, Luisão ou, na próxima temporada, Fejsa. São jogadores muito importantes, porém que têm atrás deles novo sangue pronto a lutar pelo seu espaço - como vimos com Lindelof.
Por fim, é também importante que possamos compreender a atitude dos empresários que tentam depois "jogar" com os contratos. Atualmente há uma "luta" entre o Benfica que quer pagar mais ao Victor e aumentar a clausula e o seu empresario que prefere que tudo se mantenha assim para que quem quiser dar-lhe a titularidade num clube de topo possa "bater" os 30M a pronto, que sempre é mais fácil que os 45 ou 60M.
Tudo isto faz parte do "novo Benfica", aliás do "futebol-negócio" que temos que todos ter capacidade para compreender antes de desatarmos a disparar contra quem tem que tomar decisões e, de fora, nos parece que são decisões ao contrário dos nossos gostos.
Fiquem sim felizes que o SLBenfica não tenha um presidente que desvaloriza a ambição e desejo dos seus jogadores, que não recusa reconhecer financeiramente a qualidade de quem a tem, para depois estar no mercado a pagar valores mais altos a jogadores de fora e que, dificilmente, irão render o mesmo que jogadores de grande nível que já estão no plantel.
Melhor que ter o plantel já estruturado é, ao contrário do que acontece com outros, não termos todos os nossos melhores jogadores a ambicionar uma saída e como não vai ser possível sairem todos, terão varios um rendimento abaixo do desejado.
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